Aula 3 Palmito...de onde vem?
Até mais!!
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Blog criado como ferramenta de suporte e desenvolvimento de projeto de Ciências para o sétimo ano da Escola Ateneu. A proposta é trabalhar conteúdos da área de Ciências Naturais, presentes no currículo formal, de forma multi e transdisciplinar; por meio do estudo das relações entre cultura, sociedade e alimentação. A antropologia da alimentação como recurso para o ensino de Ciências.
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ResponderExcluirhttp://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/06/palmito-jucara-uma-palmeira-ameacada-na-mata-atlantica.html
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O palmito Juçara é muito cobiçado no mercado por conta de sua maciez, porém essa espécie está em extinção, e isso não reflete somente nessa palmeira, reflete em todo o ecossistema da Mata Atlântica, pois os animais se alimentam do palmito (fazendo com esses animais entrem em extinção), obtendo energia para sua sobrevivência e reprodução, além de dispersarem as sementes no solo, fazendo com que outras plantas cresçam, mas isso demora cerca de 7 anos, e com a extração de palmito é preciso matar toda a planta, o que faz com que ela entre em extinção (a cada 1 palmito é preciso que uma árvore de 10 metros morra, sendo utilizado apenas 30 cm dela). Infelizmente, há também a extração ilegal da planta, onde uma pessoa corta o palmito e coloca-o em águas sujas, que são trocadas nas fábricas e rotuladas e vendidas clandestinamente. Assim, a melhor solução para isso é o consumo do palmito pupunha, que se regenera mais rapidamente que o Juçara e o Açaí, e além disso não está em extinção.
Julia de Carvalho Galvão
http://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente/palmeira-jucara-extracao-ilegal-do-palmito-na-mata-atlantica/
ResponderExcluirA matéria explica um pouco sobre o palmito juçara. Ele é conhecido como juçara, mas na verdade seu nome verdadeiro é Euterpe edulis Martius. Pela urbanização do litoral o palmito ficou conhecido e usado na culinária brasileira pincipalmente nos estados de são Paulo e Paraná. Á partir da década de 60 houve uma intensa exploração do Palmito Juçara, ao contrario do Palmito Pupunha encontrado na região Amazônica, a Palmeira Juçara não renascerá. Depois da retirada o Palmito, que mede aproximadamente 30 cm, a árvore com 10 metros de altura é descartada.
Atualmente a extração do Palmito Juçara é proibida por lei, é um crime ambiental a lei ou as áreas de preservação, são totalmente preservadas, pois ainda existe a extração ilegal de palmito juçara. A extração do Palmito é uma pratica que traz prejuízos ao meio ambiente e ameaça a preservação da espécie, a pena para quem é pego extraindo ou transportando ilegalmente é de três meses a um ano de detenção e multa de R$ 100 a R$ 300 por cada árvore derrubada. As Palmeiras são vítimas da ação criminosa dos palmiteiros, já que a polícia não atua nestes locais e os guardas florestais não tomam conta do recado, pois a floreta é gigante, O Palmito extraído ilegalmente é levado aos acampamentos dos palmiteiros, ali são cozidos e embalados em condições precárias de higiene, gerando muita doença como o Botulismo trata-se de uma intoxicação alimentar, causada pela bactéria Palmito ilegal recebe uma embalagem falsificada e depois é vendido para restaurantes e mercados, ameaçando a saúde dos consumidores.
A Palmeira Juçara produz um fruto, o fruto da Juçara, é responsável pela alimentação de 60 espécies animais entre aves e mamíferos, com o corte da Palmeira para a extração do Palmito diminui a possibilidade de alimento para esses animais que correm o risco de serem extintos. Com a extração da polpa do Jaçaí, um método que preserva a espécie e promove seu reflorestamento. O fruto faz muito bem para a nossa saúde.
Enquanto cerca de 60 cm de Palmito é vendido á R$4,00 reais uma única vez o fruto produzido por uma Palmeira pode render entre R$25 á 30 reais anuais. As árvores preservadas voltarão a produzir novamente, sendo assim uma renda continua. Uma alternativa para o consumo do Palmito vem de outra espécie encontrada na região Amazônica. O Palmito Pupunha, como é conhecido, deriva da espécie Bactris gasipaes Kunth, uma espécie semelhante que produz um caule segmentado que gera mais de um Palmito. o mais consumido no Brasil pelo preço mais acessível.
Rayssa Grazielle Pepece
https://www.youtube.com/watch?v=EEtXnokvBIc&t=318s
ResponderExcluirA Palmeira do Palmito Juçara é encontrada na Mata Atlântica, em áreas desmatadas, o que contribui para a extinção desta espécie que além de possuir um caule macio e gostoso, o que o torna muito cobiçado no mercado é também parte fundamental do funcionamento e equilíbrio deste ecossistema, pois animais, tais como pássaros se alimentam das sementes e frutos que caem no chão.
Com a árvore é produzido o Palmito Branco, sendo o Brasil, o maior exportador do produto, que em enormes quantidades foi desaparecendo e entrou em extinção. Para um único pedaço de palmito é necessário cortar uma palmeira inteira, mais uma vez degradando a espécie, onde cada árvore ao ser cortada não nasce novamente, tornando a “reextração” impossível.
Devido à grande extração, as reservas nativas do Juçara são muito raras, por isso, os palmiteiros clandestinos invadem as Reservas Ecológicas para retirar o Palmito. Essa extração ilegal também é prejudicial à saúde, pois o Palmito não passa por processos higiênicos.
http://agencia.fapesp.br/o_futuro_incerto_do_palmito_jucara/25258/
ResponderExcluirO Palmito Juçara, além de ser extraído ilegalmente, causando a destruição da Mata Atlântica, ele pode gerar a extinção de aves e mudanças no clima, podendo levar a extinção de espécies na natureza.
A juçara possui um único tronco, enquanto as demais formam touceiras. Assim, ao se extrair o palmito, a palmeira juçara morre, enquanto a pupunha e o açaí rebrotam do tronco principal.
O palmito demora de 8 a 12 anos para produzir um palmito de qualidade, enquanto o da pupunha pode ser extraído em apenas 18 meses do plantio.
É por todos esses motivos que a palmeira juçara está incluída na Lista Vermelha das espécies da flora do Brasil sob risco de extinção, elaborada pelo Centro Nacional de Conservação da Flora.
A preservação da juçara está diretamente ligada à manutenção da biodiversidade da Mata Atlântica. Sua semente e seu fruto servem de alimento para mais de 48 espécies de aves e 20 de mamíferos.
Lisa Maria Y. M. Massa.
Hellen Mambro Santana
ResponderExcluirhttp://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC821866-1641,00.html
O cultivo da palmeira pupunha para a produção de palmito vem despertando cada vez mais o interesse de grandes e pequenos agricultores, pois, como a bananeira, a palmeira, brota novamente, o que permite o corte continuado para a produção de palmito.
Esse palmito, além dessa vantagem, apresenta outras, como, pode ser plantada ao sol, sua colheita é curta: de 18 a 24 meses a partir do plantio, ao contraria do Juçara, o pupunha não escurece ,o que permite outras formas de consumo além da tradicional.
Não é necessário ter uma área grande para cultivá-la. A produção pode ser planejada de acordo com as possibilidades e necessidades do produtor. Porém, se o objetivo for produzir para a indústria de processamento, recomenda-se que a área mínima seja de 100 hectares.
A palmeira que produz o palmito pupunha, tem o nome Bactris gasipaes Kunth, como seu nome cientifico ,é nativa da América Latina. No Brasil, é cultivada principalmente em São Paulo, mas encontra-se também em outros estados, com Espírito Santo, Rondônia, Pará e Bahia. Em relação ao palmito comum (juçara ou açaí), o pupunha é mais doce e mais amarelado, mas igualmente macio.
Este palmito, é bem aceito no mercado, é uma alternativa ecológica ao palmito tradicional, pois a extração na natureza quase sempre ocorre de forma ilegal, porém o pupunha, tem a extração legal.
Hellen Mambro Santana
A arvore....
ResponderExcluirForma: palmeira com 5 a 10 m de altura e 5 a 15 cm de DAP. Atinge até 20 m de altura e 30 cm de DAP, na idade adulta.
Tronco: reto, cilíndrico, não-estolonífero (não brota na base); seu estipe (caule) não é considerado fuste. Entre o término do tronco e a parte onde nascem as folhas, há uma seção verde, mais grossa que o tronco, formada pela base do conjunto de folhas. Dentro desta seção encontra-se a parte comestível da palmeira.
Ramificação monopodial: Copa formada por um tufo de folhas, quinze a 20 folhas grandes no ápice.
Folhas: Alternas, pinadas, com até 3 m de comprimento.
Flores: Unissexuais, sendo as masculinas em maior número, de coloração amareladas, numerosas, com 3 a 6 mm de comprimento, distribuídas em grupo de três, uma feminina entre duas masculinas. A inflorescência é um espádice de 50 a 80 cm de comprimento, composto de várias espigas, inseridas abaixo das folhas. Na antese, a inflorescência está envolta por uma grande bráctea que a protege até o seu desenvolvimento.
Fruto: Drupa subglobosa composta por um epicarpo (casca) pouco espesso, lisa, violáceo-escura, com polpa escassa encerrando uma semente.
Semente: Quase esférica, parda-grisácea a parda-amarelada, envolta por uma cobertura fibrosa, com até 10 mm de diâmetro. As sementes desta espécie possuem endosperma muito abundante, com alto teor de reservas, as quais constituem-se de carboidratos (cerca de 88%), proteínas (10%) e lípides (2%) (Reis, 1995).
O palmito é um alimento obtido da região próxima ao meristema apical, do interior dos pecíolos das folhas de determinadas espécies de palmeiras (popularmente, o "miolo" da palmeira). Trata-se de um cilindro branco contendo os primórdios foliares e vasculares, ainda macios e pouco fibrosos. Os palmitos são conservados em salmoura e consumidos frios acompanhando saladas ou cozidos em diversas receitas.
Fonte palmito
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alimentos/palmito
ResponderExcluirO palmito, em suas mais variadas formas de consumo (seja assado, na salada, grelhado e até in natura) é um produto perfeito para compor as mais variadas preparações do nosso dia a dia. Fonte de importantes substâncias para o bem-estar do corpo, esse vegetal também pode atuar até na prevenção de várias doenças.
De sabor agradável, levemente ácido, o palmito é saboroso e suculento. O alimento é retirado do miolo das palmeiras, possui uma cor branca e textura macia. O destaque maior do alimento se dá pela pouquíssima quantidade de calorias encontradas em sua composição e o baixo teor de gorduras, sendo ideal para compor uma alimentação saudável e equilibrada. Segundo a nutricionista Carolina Barcellos, nutrientes como vitaminas A, C, do complexo B e minerais completam o quadro nutricional do palmito:"O palmito possui grandes quantidades de sódio e potássio e também oferece uma boa quantidade de zinco. Esse mineral melhora as barreiras do sistema imune, principalmente tratando-se de inflamações, e ajuda a acelerar o processo de cicatrização. Esse mesmo nutriente, o zinco, auxilia no metabolismo das proteínas, nutriente fundamental para os músculos", analisa a nutricionista destacando outros benefícios do palmito.
http://www.conquistesuavida.com.br/noticia/palmito-quais-sao-os-seus-principais-beneficios-para-a-nossa-saude-descubra_a6279/1
Fernanda Cunha Barion <3
www.redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/06/palmito-jucara-uma-palmeira-ameacada-na-mata-atlantica.html
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O juçara é o palmito nativo que nasce na floresta da Mata Atlântica, que cobre as encostas do sul da Bahia até o Rio Grande do Sul. Um hectare (ou seja uma área de 100 m x 100 m), normalmente, tem 500 palmeiras adultas e cada uma carrega cerca de três cachos com três mil frutos cada um. Cada fruto é muito rico em lipídios, que os animais utilizam para ter energia para reproduzir. Segundo Mauro Galetti, por causa da extração ilegal, várias áreas naturais já não tem palmeiras juçaras de pé. Alguns perderam também animais como o tucano e a jacutinga.
“Tinha que ter uma moratória urgente proibindo o corte, a comercialização e o consumo de palmito juçara. Também é preciso ter maior proteção das áreas que ainda têm palmito, porque isso inibiria a ação dos palmiteiros. Eles entram no parque armados e ficam lá dias cortando as palmeiras com facão e cozinhando. O atravessador volta com o caminhão e já leva os vidros com o palmito juçara numa água de péssima qualidade. As condições de higiene são ruins e por isso tem tanta história de botulismo e infecção de bactérias por quem come palmito. Na fábrica, eles trocam a água, colocam um rótulo com selos falsificados e vendem para mercados, restaurantes etc. O palmito picado, aquele que colocam na pizza, é o pior, porque foi tirado da árvore que não tem nem dois anos de idade. Eles já estão cortando os palmitos jovens e afetando toda a regeneração do palmito na Mata Atlântica”, contou Mauro Galetti.
O interesse de Galetti por palmitos não é recente. Durante o mestrado realizado na Unicamp, ele estudou a dispersão das sementes por aves e mamíferos em um pequeno fragmento urbano. No doutorado, defendido na década de 90 na Universidade de Cambrigde, na Inglaterra, o professor comparou uma floresta que tem a palmeira juçara com uma que não tem. Sua tese foi premiada pela WWF (World Wildlife Fund). O professor publicou diversos artigos denunciando o esquema dos palmiteiros em jornais e revista das comunidade científica.
“O Brasil faz uma das melhores pesquisas de ecologia do mundo. Somos reconhecidos como potência, mas a comunidade científica não faz lei aqui. Pouco do nosso conhecimento se reverte em política pública. Por outro lado, quem poderia proteger as florestas, a Polícia Ambiental, não anda no mato e os vigilantes que tomam conta dos parques não podem andar armados porque não são militares. Em 20 anos de trabalho, nunca encontrei policiamento na floresta. Quando eles chegam através de um chamado, os palmiteiros já foram embora.”
Consumo de palmito pupunha é a solução
O palmito pupunha oriundo da Amazônia está sendo plantado em áreas degradadas e pode ser a solução para o consumidor não ficar sem o fruto. Após o corte, em dois anos, a palmeira cresce novamente. O ideal seria o consumidor escolher esse tipo de palmito, na hora de comprar. De acordo com Mauro Galetti, o consumidor é quem pode barrar a ameaça ao juçara.
“Se todo mundo quando for comprar uma lata ou vidro de palmito comprar apenas de palmito pupunha ou de palmeira imperial, ignorando o açaí e o juçara, talvez a gente consiga acabar com o comércio ilegal do palmito, e com isso a natureza agradece”.
Enzo Savino
ESC
Aula 3: palmito juçara.
ResponderExcluirAlém de ser extraído ilegalmente, causando a destruição da mata atlântica, o palmito juçara pode gerar a extinção de aves e mudanças climáticas, isso pode levar várias espécies da natureza serem extintas. O palmito juçara possui um tronco, enquanto as demais formam touceiras. Assim, ao se extrair o palmito, a palmeira juçara morre, enquanto a pupunha, o açaí rebrotam de seu tronco original. A palmeira demora de 8 há 12 anos para dar um palmito de qualidade. É por esses e outros motivos que a palmeira juçara está na lista vermelha de espécies da flora do Brasil em risco de extinção. A preservação do juçara está completamente ligada com manutenção da biodiversidade da mata atlântica. Sua semente serve de alimento para espécies de aves e de mamíferos.
Por Gabriel Zanferrari.